Pois é... já vai mais de um ano que o blog está parado.
E tal como a nossa urbanização cresce, este blog tem de crescer. É necessário que os conteúdos e actividade se tornem proporcionais à actividade que cada vez é mais neste pequeno canto em que vivemos.
E no seguimento do último post aqui colocado, as novidades são acerca dos ecopontos e moloks.
Estive presente na última assembleia pública da junta de freguesia da Damaia e levei a discussão a nossa situação. O presidente da junta confirmou que tem conhecimento do caso mas não tinha ideia que a situação já se arrastava há tanto tempo. Tive o cuidado de expor o histórico (tal como foi relatado neste blog) complementando com datas. No final, fiz uma nota relativa ao estado de conservação dos ecopontos que, ainda nunca tendo sido utilizados, já se encontram em degradação visível. Prometeu-me que iria tomar acção e indagar junto do urbanizador o porquê da demora e pedir que o processo acelere.
Mencionei também a falta de limpeza nas ruas e terrenos circundantes. Quanto às ruas, fui informado que a varredora que deveria abranger a nossa área se encontra avariada à cerca de 3 meses. Esta informação acabou por ser contradita mais tarde, na mesma assembleia, com a intervenção de um membro de um partido da oposição (que nem me recordo). Segundo um relatório que esse interveniente trazia consigo, a câmara relatava que limpava com frequência um número alargado de locais, usando 2 varredoras automáticas. Um desses locais era a Atalaia... ou então não. A informação foi dada como dúbia e ficou para posterior esclarecimento.
Quanto aos terrenos, o presidente da junta disse que já tinha apresentado diversas queixas junto da polícia municipal e que iria ainda fazer pressão junto dos construtores para limpar a zona.
No final de tudo isto, saí de lá com um sabor agri-doce na boca. Por um lado cumpri o meu dever cívico de levar a quem de direito as questões que me preocupam como morador. Por outro lado, o discurso em que me responderam foi sempre num tom de "sim, eu sei. ainda hoje mesmo fiz um despacho para tratar disso. e amanhã pressiono os senhores...". Soube-me a pouco. No entanto sinto-me agora mais no direito de me deslocar à próxima assembleia (que ainda não sei data) e pedir pontos de situação.
Já agora, aproveito para deixar um pedido a todos os que aqui possa parar e ler:
Não empilhem lixo junto dos ecopontos, por favor. Ou se não o fazem e vêm vizinhos a fazer, peçam-lhes para não o fazer. Estamos a 200 metros de ecopontos funcionais. Se não querem ir a pé, coloquem o lixo, caixas de cartão vazias e tudo o que é tralha na mala do carro e despejem no dia seguinte quando saírem para o trabalho. Não custa nada e evita aumentar a javardeira em que se tornaram as nossas ruas e ecopontos.
Se forem apanhar a IC19 pela rotunda da Damaia de cima, podem usar os moloks e ecopontos da urbanização do Neudel
Se forem apanhar a N117 pelo cruzamento do Borel à entrada da Amadora, podem deixar nos ecopontos junto à clínica ou junto ao Amadora Trade Center
Um pequeno incómodo, mas é melhor isso que deixar o lixo até que os senhores da câmara passem para recolher. E certamente não é assim que vão salvar o planeta...
Obrigado
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 27 de outubro de 2009
moloks e ecopontos? sem comentários.
A - localização do molok/ecopontos 1 (fechados)
B - localização do molok/ecopontos 2 (fechados)
C - localização de molok em funcionamento
D - localização de moloks e ecopontos em funcionamento; possível ponto de passagem a quem sai da urbanização e se dirige para o cruzamento do Borel
E - localização de moloks e ecopontos em funcionamento; uma das formas de entrar no cruzamento do Borel
molok 3 (posição C no mapa).Foto retirada do mesmo local que a "molok/ecopontos 2, ângulo 2".
Em linha recta, a menos de 100 metros de distância de um molok em funcionamento
Nem vale a pena comentar mais. Fica apenas a nota que, na pior das hipóteses, os moloks e ecopontos encontram-se à distância de 900 metros de zonas de despejo de lixo e reciclagem 100% funcionais e com recolha periódica, ainda por cima numa zona de passagem para quem quer que queira apanhar N117, IC19 ou ir para o centro da Amadora. É um desvio de carro assim tão grande que justifique estar a deixar a urbanização neste estado?
Será que as pessoas que fazem isto julgam que desta forma estão a salvar o planeta ou pura e simplesmente acham que por magia os carros de recolha vão passar ali embora a rota ainda não esteja definida?
Será que as pessoas que fazem isto julgam que desta forma estão a salvar o planeta ou pura e simplesmente acham que por magia os carros de recolha vão passar ali embora a rota ainda não esteja definida?
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
esclarecimento acerca da habitação social
Caros vizinhos:
de forma a tentar manter os tópicos limpos, decidi coloca um esclarecimento acerca do discutido tópico acerca da habitação social no bairro. Segundo o PDM da CM Amadora, podemos ler:
Artigo 32.º
Espaços urbanizáveis/urbanizáveis mistos
Espaços urbanizáveis/urbanizáveis mistos
São constituídos pelos espaços delimitados na carta de ordenamento e integram as áreas que ainda não foram objecto de licenciamento de loteamento urbano, mas que se desejam ver incorporadas no processo urbano.
O que quer isto dizer? Que quer queiram quer não, se a imobiliária, construtor, vendedor, sobrinho ou primo vos diga que a urbanização X não irá ter área para habitação social, então estão a mentir-vos. Está no PDM e por lei, estes 10% são obrigatórios em TODAS as novas urbanizações. Posso confirmar que no plano original os lotes 19, 67 e 68 estavam reservados para habitação de custos controlados. Tanto quanto pude apurar na altura da compra da minha habitação, estaria ainda o urbanizador e a CMA em discussões acerca da diminuição deste número de lotes dando como contrapartida o facto de estar a ser construída o ski-skate parque usando o argumento que este complexo também tem fins de lazer social.
Este tipo de truques são muitas vezes usados pelos urbanizadores de forma a reduzir o número de lotes cedidos a habitação social ou custos controlados e só o tempo dirá se efectivamente iremos ter alguns lotes com esse fim. No entanto há algo também a ter em mente: mesmo com custos controlados, os prédios têm obrigatoriamente que manter a fachada padrão usada na urbanização (pois não podem destoar). Isto significa que as varandas, janelas e portas de vidro têm de se manter. Sabemos também que estes equipamentos são dispendiosos e que quem ficar a cargo da contrução destes hipotéticos lotes não poderá reduzir muitos custos aí (talvez na insonorização e alguns acabamentos, mas até estes são sujeitos a normas).
Outra questão importante é que já foi aprovada a expansão da linha azul do metro desde a futura estação da Reboleira até ao Hospital Amadora-Sintra, sendo que a próxima estação a ser criada será justamente a da Atalaia.
Quero também fazer referência ao facto que a primeira parte de edificação da urbanização está praticamente terminada e não se avistam (pelo menos para já) indícios que mais prédios serão construídos. Duvido que os próprios construtores se atrevam a levantar mais tijolo com tanta casa ainda por vender.
Não sei se o post foi útil, se afugentou possíveis moradores, se os tranquilizou. Apenas vos passo aquilo que sei, mesmo que possa ser algo incorrecto. Não se esqueçam que programas de habitação social não é a mesma coisa que bairro social. No nosso caso o mais provável é tratarem-se de habitações de custo controlado. Não acredito que a câmara fosse deitar abaixo o bairro de Sta Filomena, por exemplo, e colocá-los todos em casas de valor elevado num local privilegiado e com futura estação de metro como é a Atalaia.
Queiram deixar os vossos comentários, opiniões e correcções.
- (...)
- (...)
- Nos espaços urbanizáveis e urbanizáveis mistos 10% da totalidade dos fogos propostos serão obrigatoriamente afectos a programas de habitação social.
O que quer isto dizer? Que quer queiram quer não, se a imobiliária, construtor, vendedor, sobrinho ou primo vos diga que a urbanização X não irá ter área para habitação social, então estão a mentir-vos. Está no PDM e por lei, estes 10% são obrigatórios em TODAS as novas urbanizações. Posso confirmar que no plano original os lotes 19, 67 e 68 estavam reservados para habitação de custos controlados. Tanto quanto pude apurar na altura da compra da minha habitação, estaria ainda o urbanizador e a CMA em discussões acerca da diminuição deste número de lotes dando como contrapartida o facto de estar a ser construída o ski-skate parque usando o argumento que este complexo também tem fins de lazer social.
Este tipo de truques são muitas vezes usados pelos urbanizadores de forma a reduzir o número de lotes cedidos a habitação social ou custos controlados e só o tempo dirá se efectivamente iremos ter alguns lotes com esse fim. No entanto há algo também a ter em mente: mesmo com custos controlados, os prédios têm obrigatoriamente que manter a fachada padrão usada na urbanização (pois não podem destoar). Isto significa que as varandas, janelas e portas de vidro têm de se manter. Sabemos também que estes equipamentos são dispendiosos e que quem ficar a cargo da contrução destes hipotéticos lotes não poderá reduzir muitos custos aí (talvez na insonorização e alguns acabamentos, mas até estes são sujeitos a normas).
Outra questão importante é que já foi aprovada a expansão da linha azul do metro desde a futura estação da Reboleira até ao Hospital Amadora-Sintra, sendo que a próxima estação a ser criada será justamente a da Atalaia.
Quero também fazer referência ao facto que a primeira parte de edificação da urbanização está praticamente terminada e não se avistam (pelo menos para já) indícios que mais prédios serão construídos. Duvido que os próprios construtores se atrevam a levantar mais tijolo com tanta casa ainda por vender.
Não sei se o post foi útil, se afugentou possíveis moradores, se os tranquilizou. Apenas vos passo aquilo que sei, mesmo que possa ser algo incorrecto. Não se esqueçam que programas de habitação social não é a mesma coisa que bairro social. No nosso caso o mais provável é tratarem-se de habitações de custo controlado. Não acredito que a câmara fosse deitar abaixo o bairro de Sta Filomena, por exemplo, e colocá-los todos em casas de valor elevado num local privilegiado e com futura estação de metro como é a Atalaia.
Queiram deixar os vossos comentários, opiniões e correcções.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Problemas de falta de estacionamento
Caros vizinhos,
É com muito desagrado que se verifica que os problemas de falta de espaço para estacionamento para as viaturas já começaram na nossa urbanização. Talvez se deva ao facto dos prédios estarem lotados, por todos os inquilinos terem 2 ou mais carros ou então pela abertura da pista de ski. Seja qual for o motivo, não é de estranhar que mais dia, menos dia comecemos a dar de caras com carros estacionados em cima dos passeios ou até mesmo em segunda e terceira fila.

É por este motivo que já foi entregue às autoridades competentes uma proposta de resolução do problema. Para que se deixem de verificar situações como a exposta, duas propostas foram apresentadas para consideração e posterior implementação por parte da autarquia e do urbanizador:
1ª hipótese:
2ª hipótese:
Respostas:
1ª hipótese:
2ª hipótese:
O civismo parte de todos nós.
É com muito desagrado que se verifica que os problemas de falta de espaço para estacionamento para as viaturas já começaram na nossa urbanização. Talvez se deva ao facto dos prédios estarem lotados, por todos os inquilinos terem 2 ou mais carros ou então pela abertura da pista de ski. Seja qual for o motivo, não é de estranhar que mais dia, menos dia comecemos a dar de caras com carros estacionados em cima dos passeios ou até mesmo em segunda e terceira fila.

É por este motivo que já foi entregue às autoridades competentes uma proposta de resolução do problema. Para que se deixem de verificar situações como a exposta, duas propostas foram apresentadas para consideração e posterior implementação por parte da autarquia e do urbanizador:
1ª hipótese:
- Construção de um tapete rolante entre as entradas dos prédios e os estacionamentos livres mais próximos, de preferência coberto (pois o inverno tende a ser bera). Desta forma, poderemos estacionar de forma confortável onde nos for mais conveniente e o tapete encarregar-se-á de nos levar de forma tranquila e sem esforço até à nossa residência (se for coberto, também nem necessitamos de abrir o guarda-chuva em caso de alguma pluviosidade).
2ª hipótese:
- Autorização camarária, dos arquitectos, engenheiros e urbanizador para que sejam alargadas as portas de entrada dos prédios. Desta forma poderemos calmamente e confortavelmente entrar com o carro pelo prédio adentro e deixá-lo parqueado onde realmente dá mais jeito - no patamar mesmo em frente às nossas portas.
- Requere-se ainda a substituição dos ascensores tradicionais por monta-cargas de forma que não sejam apenas beneficiados os inquilinos do rés-do-chão.
Respostas:
1ª hipótese:
- Caso sejam possuidores de membros inferiores funcionais, usem-nos. É para isso que servem.
2ª hipótese:
- Já existe uma forma de entrar com o carro pelo prédio adentro. Embora complexa e de difícil aprendizagem, esse magnífico invento (que já tem para cima de uns dias de existência) encontra-se implementado em todos os prédios da urbanização. Chama-se garagem. Caso não conheça, consulte o dicionário mais próximo e peça ajuda ao construtor do seu prédio para lhe indicar o que é e como funciona - ele certamente irá ajudá-lo ou quanto mais não seja, indicar-lhe-á um bom local onde pode fazer um curso de várias semanas sobre a correcta utilização desta obra-prima da engenharia.
- No que diz respeito ao monta-cargas, não será possível. Já existe no entanto uma hipótese chamada elevador (que certamente já utilizará, nem que seja para subir apenas para o primeiro andar). O que se calhar não sabe é que ele desce também até às profundezas dessas catacumbas chamadas de garagens. Assim poderá "calmamente e confortavelmente entrar com o carro pelo prédio adentro" e só necessita depois de se deslocar/arrastar/rebolar até ao ascensor mais próximo.
O civismo parte de todos nós.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Uma creche na Atalaia
Fui chamado à atenção pelo Sr. Luís Matos que já se encontra em funcionamento na nossa urbanização a creche A Estrelinha da Atalaia. Como o próprio indica no email que nos enviou, esta informação poderá ser útil para todos os moradores com filhos (e para os que pensam vir a tê-los). Deixo de seguida o texto de apresentação redigido pela responsável da dita creche:
Aos pais,
Gostariamos de vos apresentar a nossa creche "A Estrelinha da Atalaia".
Situa-se na Urbanização da Atalaia, num local privilegiado e de fácil acesso.
É uma creche particular, tendo sido criada a pensar na necessidade dos pais conciliarem o seu trabalho com a sua vida familiar,especialmente com a educação dos seus filhos.
Assim, encontram um espaço que assegura o crescimento, desenvolvimento e bem estar das crianças.
Como primeira etapa da educação ao longo da vida, propomo-nos a:
- Estabelecer uma relação afectiva com a família, valorizando um trabalho em parceria;
- Criar um ambiente em que os vossos filhos se desenvolvam harmoniozamente e se sintam felizes;
- Proporcionar uma aprendizagem diversificada e significativa;
- Incentivar a aquisição de hábitos de higiene, de alimentação, de sono e de relacionamento com o outro;
- Desenvolver a auto-estima,fortalecer os valores e princípios da solidariedade humana,do civismo e do respeito pela natureza;
Como recursos, apresentamos:
- Instalações e materiais adequados e estimulantes
- Uma equipa de pessoal técnico especializado, dinâmico e responsável
Segundo Bronfenbrenner:
"A Creche, numa fusão constante de cuidados e educação, pode promover experiências valiosas na vida das crianças,das suas famílias e dos profissionais que aí trabalham, desenvolvendo e facilitando a aprendizagem da criança através das interacções com o mundo físico e social."
Estaremos cá para vos acolher!
Margarida Cabral
214961387
914309341
http://www.crechestrelinha.net
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Obras paradas
Todos merecemos descanso, todos temos direito a parar e a ter férias.
Agora levanta-se uma questão: a malta das obras públicas tira toda férias em Agosto?
Faço esta pergunta retórica porque desde o início do mês que a colocação dos ecopontos parou. Já repararam certamente que os senhores andaram muito atarefados desde a zona da pista de ski até à primeira curva e depois pararam. Kaput! Desapareceram por completo. Lá estamos nós, com um monte de mamarrachos à porta de casa, moloks empilhados, ecopontos verdes empoleirados.
Confesso que não sou nenhum gestor de projecto, mas não seria mais eficiente (já que que os recursos foram alocados) começar numa ponta e acabar noutra de uma só vez? Ou será que os ecopontos azuis e amarelos se encontram em ruptura de stock? Ou talvez também tenham ido de férias para o Algarve dar uma mãozinha para manter as praias limpas...
Agora levanta-se uma questão: a malta das obras públicas tira toda férias em Agosto?
Faço esta pergunta retórica porque desde o início do mês que a colocação dos ecopontos parou. Já repararam certamente que os senhores andaram muito atarefados desde a zona da pista de ski até à primeira curva e depois pararam. Kaput! Desapareceram por completo. Lá estamos nós, com um monte de mamarrachos à porta de casa, moloks empilhados, ecopontos verdes empoleirados.
Confesso que não sou nenhum gestor de projecto, mas não seria mais eficiente (já que que os recursos foram alocados) começar numa ponta e acabar noutra de uma só vez? Ou será que os ecopontos azuis e amarelos se encontram em ruptura de stock? Ou talvez também tenham ido de férias para o Algarve dar uma mãozinha para manter as praias limpas...
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Futura pista de ski na Amadora testada por praticantes
Aqui fica o link para a tão falada pista de ski da Amadora. Esperemos que corrigem os problemas detectados e que este investimento traga animação e vida para o nosso "bairro". Deixem aqui as vossas críticas e sugestões.
Actualização: a abertura oficial será no dia 12 de Setembro de 2009.
Actualização: a abertura oficial será no dia 12 de Setembro de 2009.
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